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Um planeta da tecnologia de ponta e do marketing, onde a felicidade do homem segue sendo adiada a cada dia, onde a modernidade oferecida durante a segunda metade do século XX, segue sendo um desafio inadiável por consolidar neste novo século XXI e onde o arquiteto, mediante sua atividade crítica, docente e projetual, deve ajudar a encontrar alternativas culturais e humanamente mais apropriadas, não para transformar já as estruturas sociais, mas sim, para que a modernidade descumprida que nos ofereceu o movimento moderno, chegue com propostas arquitetônicas que ajudem a construir a cidade de massas e dizer, junto aos habitantes, e potenciais usuários, que é possível construir mediante nosso esforço e a organização solidária dos técnicos, uma ‘outra’ cidade, e uma arquitetura apropriada que ajude a construir, ou reconstruir, a necessidade do habitar humano.
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Consideramos que aparte de la Gran Ciudad del merchandising, se requiere pensar también, en consolidar una arquitectura alternativa que se reclama diariamente en las calles de las caóticas ciudades del 3er mundo, una arquitectura que se requiere con urgencia en los gethos de inmigrantes de las ciudades de los países desarrollados, donde los nómadas habitantes de segunda, habitan espacios insalubres, con hacinamientos enfermizos y donde se apropian de plazas y calles para respirar y aliviar esta “in-habitabilidad” en la que transcurre la vida de las mayorías empobrecidas del planeta.
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