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Thus, on the invitation to the Third Preparatory Meeting of Government Experts for CIDIP-VI (Miami, November 26 to 30, 2000), organized by the OAS and the National Law Center for Inter-American Free Trade (NLCIFT), the following sponsors were thanked: Astigarraga Davis Mullins & Grossman, Federal Express Corporation, Ford Motor Credit Company, Greenberg, Traurig, the Inter-American Development Bank, Lucent Technologies, MasterCard International Incorporated, Microsoft Corporation, NIC Conquest, Oracle Corporation, the Summit of the Americas Center at Florida International University (Miami), and 3Com Corporation.
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[1]. Na verdade, estava previsto que o tema do futuro da CIDIP seria tratado na CIDIP-VI, a partir das conclusões que a Comissão Jurídica Interamericana (CJI) deveria adotar no seu período de sessões de agosto de 2001. Para isto a CJI, em seu período ordinário de sessões de março de 2001, em Ottawa, designou dois de seus membros (João Grandino Rodas, do Brasil, Presidente da CJI, e Carlos Manuel Vázquez, dos Estados Unidos) para apresentarem um relatório a esse respeito. Para tanto, com data de 22 de maio de 2001, a CJI, com ajuda da Subsecretaria de Assuntos Jurídicos, distribuiu um Questionário sobre o futuro da CIDIP entre um grupo selecionado de acadêmicos, juristas e peritos no campo do Direito das Américas e de outros países, a ser respondido antes de 30 de junho. Muito embora não tenha conhecimento das respectivas conclusões, entendo que o debate deve ser mais amplo e sereno, tendo em vista a importância do que está em jogo. Em especial, parece muito difícil, senão impossível, que os delegados e observadores presentes à CIDIP-VI possam, em apenas cinco dias, debruçar-se sobre os três temas previstos para a ocasião e ainda encontrar tempo para tomar algumas decisões de fundo sobre o futuro.
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