me i would – Portuguese Translation – Keybot Dictionary

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Hello, took time looking for the title of the song that plays in the background in the video…Anyone can help me? I would be very grateful.
Olá, levou tempo a olhar para o título da música que toca ao fundo no vídeo…Alguém pode me ajudar? Eu ficaria muito grato.
  digilander.libero.it  
* After all that had happened to me, I would have known the meaning of that light, coming from the plagues, in particular from the right hand, with which He blessed me. Mt guardian Angel told me these words: "Daughter, on this day the blessing of Jesus has poured an abundance of graces over you".
* Depois do que me aconteceu, teria sabido com prazer que coisa quisesse dizer aquela luz que saia das chagas, em particular da mão direita, com a qual me benzeu. O anjo da guarda me disse estas palavras: "Filhinha, neste dia a benção de Jesus derramou sobre ti uma abundante graça".
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Rather than leaving the area, the journalist, who is the correspondent for the Portuguese service of Voice of America, remained adamant in finishing the recording of his third interview on site. “They [the six police officers] came straight at me, hauled me off into their vehicle, confiscated my equipment, and slapped me several times, and told me I would be thrown in jail,” he said.
Em dois anos de operações em Angola, a Pumangol tornou-se o mais influente intermediário na venda de petróleo angolano, assim como na distribuição de combustíveis no país. Esta empresa é uma sociedade de capitais mistos, entre a multinacional Puma Energy, uma subsidiária da empresa suíça Trafigura, e a sua parceira angolana, Cochan S.A. Em Agosto de 2010, o presidente José Eduardo dos Santos promulgou cinco contratos de investimento avaliados em US$931 milhões, pela multinacional Puma Energy e a Cochan S.A. Esses contratos incluem também a Pumangol. Num país classificado entre os 15 piores do mundo para se fazer negócio, o sucesso fulgurante da Trafigura e da Pumangol merece aprofundada investigação sobre as relações desta empresa com o círculo presidencial. A multinacional suíça, baseada em Genebra, beneficia de um contrato de permuta com a Sonangol. A Trafigura recebe petróleo, em quantidades não divulgadas publicamente, em troca do envio de derivados de […]
  republicart.net  
I was very struck a few years before I wrote "Woman on the Edge of Time" by a book about the Pawnee Indians, called "The Lost World," written by an anthropologist, who interviewed all the remaining members after they had been uprooted. And one of the things I learned from that book was, that while they were what we would call primitive technologically, socially they were far more sophisticated than we are. They had ways of dealing with social problems that were far more sophisticated. For instance, let's say you feel lonely and neglected, as people so frequently do. Well, you would have a dream that it was time for you to do a certain ceremony, and you would say, it is time for me to do this ceremony, I have dreamt it, it must be so. Then for three days you should be the most important person in the entire village. Similarly the women who did the agriculture, when they came back from planting the fields, covered with mud, cold, it was spring, it was hard work all the older men in the village would have to get up on top of the houses and sing for them, and greet them when they came back. Similarly, if somebody stole something from me, I would have to give him another present, because he would only steal, if he felt that he didn't have enough, and so you should be made to feel that you have enough. So they were sophisticated in social ways. Their constant aim was to keep resocializing people to be good to each other, to maintain social cohesion and cooperation. That struck me as an extremely sophisticated society in that sense, and I was very impressed by that and thought a lot about that before I wrote "Woman on the Edge of Time."
Nos dois romances eu enfatizo muito a educação das crianças. Crianças devem ser criadas e educadas juntas devem ser educadas pela comunidade a responsabilidade pelas crianças é compartilhada. Isso é comum em romances utópicos de mulheres. Mesmo aqueles que não se professam utópicos contêm uma espécie de subsociedade nesses moldes. Basicamente, acredito que deva existir muita liberdade para as crianças liberdade para aprender, para conhecer novas coisas. Vejo a diferença entre minha própria infância quando eu me sentia em grande liberdade e hoje as crianças são levadas de uma atividade a outra geralmente pela mãe, às vezes pelo pai. Crianças ricas vão de um treino de futebol a um curso de linguagem, a aulas de reposição depois a um coral, e sabe Deus o que mais a lista é interminável. Eu vivo numa cidadezinha, e aqui as crianças ainda têm mais liberdade que nos subúrbios onde as crianças parecem não ter qualquer liberdade. Não creio que tal liberdade tenha me prejudicado às vezes corri perigo, mas aprendi a sair ilesa. É uma vida circunscrita e sem imaginação que a maioria das crianças tem hoje em dia. Sua imaginação é programada pela mídia elas têm pouquíssimo espaço para explorar exceto pela Internet, e é por isso que elas surfam tanto na Web o único lugar onde elas parecem ter autonomia ou alguma habilidade para explorar. Nestes dois livros eu me preocupei com a educação e a sociabilização das crianças. Em "He, She and It " eu me preocupo mais com a comunidade, e não com a educação hierárquica que ocorre no ambiente corporativo. Em "Woman on the Edge of Time " eu falo mais do processo de educação. As crianças passam bem pouco tempo no aprendizado formal ou fazendo provas elas passam mais tempo com adultos. No livro todas as crianças têm 3 mães que podem ser de qualquer sexo. As 3 são igualmente responsáveis pelas crianças até a idade de 12 ou 13, quando decidem que estão prontas para se tornarem jovens. Nessa época, passam por um processo de iniciação e suas mães não podem falar com elas durante 3 meses. Outros adultos respondem a suas perguntas e dão conselhos mas não têm autoridade sobre as crianças nem têm a mesma intimidade das mães. É um processo de liberação que serve como atalho para eliminar a angústia e a revolta da adolescência que enfrentamos em nossa sociedade uma época em que muitas crianças odeiam seus pais e até sentem o desejo de matar seus pais por frustração e por revolta.