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It is said, and not without cause, that we must learn from the past in order not to make the same mistakes that were made; also, of course, to enrich ourselves with what has been achieved. But, that existential equation, that flowing of life and directionality, is also influenced by how we foresee the future and, very specifically, by the future we long for, by the one we are willing to work, to build, to fight for if it comes down to it.
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Afirma-se, e não com pouca razão, que devemos aprender com o passado para não cometer os mesmos erros que antes foram cometidos; também, claro, para nos enriquecermos com o alcançado. Porém, esta equação existencial, este fluir de vida e direção, também é influenciado por como vislumbramos o futuro e, muito especialmente, pelo futuro que desejamos, pelo qual estamos dispostos a trabalhar, a construir, a lutar, se cabe o termo.Afirma-se, e não com pouca razão, que devemos aprender com o passado para não cometer os mesmos erros que antes foram cometidos; também, claro, para nos enriquecermos com o alcançado. Quem poderia negar o valor da experiência, o que se aprende com acertos e com erros, com dores e alegrias? Ademais, não é inclusive nosso passado pessoal, aqueles longínquos espaços da infância e da adolescência, que moldou o que somos, nossos valores, a trajetória que temos caminhado? Que seríamos, acaso, sem esse passado, sem as raízes das quais emergimos, sem o sustento de uma história pessoal e coletiva? Sem dúvida que o passado conta, pesa, potencializa e limita, condiciona nosso presente e muito provavelmente nosso futuro.
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