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Marisa: Ah, eu já tenho várias ideias interessantes para o show. De linguagem, da própria linguagem gráfica que a gente está usando no disco, na capa, no site e de vários desdobramentos que podem ficar interessantes. Tenho umas ideias de banda, de repertório, de cenografia, mas isso ainda está em segundo plano para mim porque estou muito mergulhada em outras questões. Por eu estar fazendo esse lançamento de uma forma que eu nunca fiz, muito independente, através do meu site, em um canal de comunicação muito direto, isso faz com que eu tenha que produzir muito mais conteúdo, como textos, respostas, vídeos. Eu acho que tudo que está sendo feito hoje, nesse sentido, é experimental. Não existe exatamente um formato que tenha se provado satisfatório, eficiente, até porque, se existir esse formato, ele vai se tornar insatisfatório muito rapidamente. Exige muito envolvimento da minha parte. Não posso simplesmente delegar isso, porque isso é muito pessoal. Eu ainda estou só sonhando com essas coisas do show. Vai ficar para o ano que vem.
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