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O Governo também fez progressos no financiamento da saúde, recursos humanos, sistemas de informação, governação e prestação de serviços. No entanto, menos de metade da população total do país tem acesso a serviços de saúde. A esperança de vida à nascença aumentou de 47 anos em 2010, para 52 em 2012, mas ainda está entre as mais baixas do mundo. Registaram-se progressos na redução da mortalidade materno-infantil que passou de 890 mortos para cada 100 000 nados-vivos, em 2000, para menos de 450, em 2011. Além disso, a taxa de mortalidade infantil caiu de 184.9 por 1 000 nados vivos, em 2000, para menos de 159.5, em 2011, após as campanhas de vacinação massivas que aumentaram a cobertura de crianças de 12-23 meses para 93%, em 2011, acima dos 64 % registados em 2000. A melhoria registada na agricultura tem contribuído para reduzir a prevalência da desnutrição, que caiu de 67% em 2000 para menos de 41% em 2011. Não obstante, Angola regista um fraco desempenho em termos de bem-estar socioeconómico, como testemunha o seu baixo Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Em 2011, o país foi classificado em 148º lugar entre 187 países no IDH das Nações Unidas, com uma pontuação de 0.486.
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