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En effet, la Grèce a reçu le 31 juillet une tranche de prêt de 4 milliards d’euros de la part des autorités européennes : 2,5 milliards d’euros ont été versés par la zone euro via le Fonds européen de stabilité financière (FESF), et un prêt de 1,5 milliard qui arrivera à échéance en 2048, versé par le Mécanisme européen de stabilité (MES), appelé à terme à remplacer le FESF, généré par les banques centrales des pays européens sous forme de restitution à Athènes des intérêts sur la dette grecque.
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Convém compreender que a troika, com o seu “resgate” à Grécia, quer, na realidade, impor uma cura liberal radical, endividando cada vez mais o Estado com o objetivo de silenciar definitivamente os poderes públicos. Assim, esta nova tranche do FMI faz parte de um plano mais alargado de endividamento da Grécia em relação a troika. De facto, a Grécia recebeu, a 31 de julho, uma tranche de 4 mil milhões de euros, concedida pelas autoridades europeias: 2,5 mil milhões de euros concedidos pela zona euro através do Fundo Europeu de Estabilidade Financeira (FEEF) e um empréstimo de 1,5 mil milhões, que vence em 2048, concedido pelo Mecanismo Europeu de Estabilidade (MEE), chamado a prazo a substituir o FEEF, gerado pelos bancos centrais dos países europeus, com o objetivo de restituir a Atenas os juros da dívida grega. Por outras palavras, uma parte dos juros que a Grécia pagou aos países da UE, no âmbito do memorando de 2010, ser-lhe-á restituída sob a forma de empréstimo. A Europa liberal será cínica ao ponto de cobrar juros sobre os juros pagos pela Grécia? Estes empréstimos são odiosos, porque, para além de violarem os direitos humanos, são remunerados a taxas muito elevadas (cerca de 5%). Quando a Alemanha e a França se financiam, a 10 anos, a 2%, enriquecem ao emprestarem a 5% à Grécia.
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