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Laissez-moi en nommer deux que j'ai eu le privilège de compter parmi mes amis, à la fin de mon adolescence et au début de mes vingtièmes années, Hans Gerth et Herbert Marcuse ; ceux avec qui j'ai étudié à l'université de Chicago et à Harvard, Christian Mackauer et Paul Tillich et Peter Heinrich von Blanckenhagen, et dans des séminaires privés, Aron Gurwitsch et Nahum Glatzer ; et Hannah Arendt que j'ai connu après avoir déménagé à New York quand j'avais 25 ans – tant de modèles de sérieux dont j'aimerais ici évoquer le souvenir.
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Pouco depois, no caos de leituras de minha infância, o acaso me conduziu a outras obras alemãs, como “A colônia penal” de Kafka, onde eu descobri o medo e a injustiça. Alguns anos mais tarde, quando era estudante num colégio de Los Angeles, descobri a Europa num romance alemão. Nenhum livro foi tão importante na minha vida quanto a “Montanha Mágica”, cujo tema é, precisamente, o confronto dos ideais no seio da civilização européia. E depois, por longo tempo, uma vida que mergulhou na grande cultura alemã. De fato, depois dos livros e da música que, considerando o deserto cultural no qual eu vivia, eram praticamente experiências clandestinas, vieram as experiências reais. Eu também sou beneficiária tardia da diáspora cultural alemã, e tive sorte de conhecer alguns dos mais geniais refugiados da Alemanha de Hitler, escritores e artistas, músicos e eruditos que os EUA receberam nos anos 30 e que enriqueceram o país e, em particular, as universidades. Permitam-me nomear dois que tive o privilégio de ter entre meus amigos, no fim da minha adolescência e no começo dos meus vinte anos: Hans Gerth e Herbert Marcuse. Também aqueles que estudaram comigo na universidade de Chicago e em Harvard, Christian Mackauer e Paul Tillich e Peter Heinrich von Blanckenhagen, e em seminários privados, Aron Gurwitsch e Nahum Glatzer; e Hanna Arendt que conheci após me mudar para New York quando tinha 15 anos – e tantos modelos de seriedade que eu gostaria de evocar aqui.
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