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O país tem registrado um bom desempenho económico nos últimos anos, com o crescimento real do PIB a atingir 4,9% em 2011, impulsionado pelos sectores dos transportes, construção e obras públicas e pequeno comércio. Em 2012, a economia sofreu um revés em resultado de uma redução registada consumo privado e público. Em 2013, é esperado um crescimento real do PIB de 5,2%, na sequência de um desempenho positivo do IDE, de alguns bónus de assinatura de contractos petrolíferos, e dos sectores do turismo, agricultura e infraestruturas. Em termos de contribuição sectorial, o sector dos serviços ainda é dominante, tendo representado cerca de 60% do PIB em 2011, seguido pela agricultura, que representou cerca de 22% do PIB. A inflação continuou a sua tendência de descida e deverá atingir um dígito, ou seja, 9,5% em 2012 contra 14,3% em 2011, principalmente devido ao regime cambial de taxa fixa entre a dobra (DST) e o euro (1 euro = 24 500 DST). Até ao final de 2013 e de 2014, a inflação deverá cair ainda mais para, respectivamente, 7,9% e 7,7%.
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