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As placas cortadas são actualmente etiquetadas por uma impressora automática, localizada junto da barra de pressão, ou, a uma percentagem inferior, por um dispensador manual, assim que o conjunto é processado. Num conjunto de três placas, a primeira etiqueta é automaticamente aplicada em cima, enquanto as duas placas inferiores são assinaladas pelo dispensador manual. "Com as etiquetas, são transmitidas informações mais completas. Na prática, isto significa que os processos de processamento também poderiam ser iniciados", explica Rimmler. "Porém, queremos dar mais um passo para o futuro: queremos trabalhar com RFID." A peça deixará de ser lida para carregar posteriormente programas e iniciar o processamento; para a Umdasch, RFID poderia significar também o sistema de gestão de armazém. Isso significa que a empresa saberia sempre onde se encontra cada peça num preciso momento. E, durante a produção, cada uma das máquinas poderia comunicar ao sistema a conclusão do processamento. A etiqueta transporta instantaneamente informações, como o número de tarefa, prazo final de produção ou prazo de carregamento. No futuro, os algoritmos de processamento devem ser transferidos directamente por ligação CAD/CAM. Esta é uma razão para a estratégia do futuro ser implementar software de controlo ao longo de todos os sistemas. Cobus é aqui a palavra-chave. "Também neste sentido estamos a levar a cabo discussões iniciais para um sistema global, que possamos usar para controlar as várias tecnologias de produção," explica o chefe da divisão. Entretanto, a combinação de serra/armazém da Holzma para a Umdasch é a primeira pedra para a construção da visão de produção 2020. O ponto mais importante, que já foi atingido, é o claro aumento de rendimento. Em segundo lugar vem a ergonomia melhorada, que anda de mãos dadas com a maior satisfação dos colaboradores. "Só posso avançar bem quando os meus colaboradores estão satisfeitos", explica Rimmler. "Logo na primeira formação, os nossos colaboradores repararam no salto qualitativo a nível da interface de operação." O ruído de fundo é também consideravelmente inferior hoje em dia. Quando se entra na nave, não se ouve o sistema de armazenamento e só se ouve a serra quando certos materiais são usados. Também a eliminação de resíduos, que se processa automaticamente, é claramente mais ergonómica para os colaboradores. Já ninguém tem de pegar nos resíduos. Nem ninguém tem de tratar de secções compridas e pesadas. "Continuamos a manter as
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