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Kinshasa – „Die lukrativen Geschäfte mit Zinn, Tantal, Wolfram und Gold im Osten der Demokratischen Republik Kongo wird seit 15 Jahren von gewaltbereiten bewaffneten Gruppen und Teilen der Regierungsarmee kontrolliert“, so die Nichtregierungsorganisation „Global Witness“ bei der Präsentation des jüngsten Berichts zum illegalen Handel mit kongolesischen Mineralien und der damit finanzierten Instabilität im Osten der Demokratischen Republik Kongo.„Diese Gruppen finanzieren mit den Gewinnen aus dem Mineralienhandel ihre Kämpfe“, so die Nichtregierungsorganisation. „Die Einwohner des Nord- und Südkivu sind die ersten, die Hauptleidtragenden des langjährigen Konflikts und der damit verbundenen Morde, Plünderungen, Massenvergewaltigungen und Vertreibungen“.Dem Bericht liegen Untersuchungen in den kongolesischen Provinzen Nord- und Südkivu, Burundi und Ruanda vom März 2013 zugrunde.Die Untersuchungen dokumentieren zum Beispiel, dass „das von dem im Osten der Demokratischen Republik Kongo hergestellten Gold sowohl Rebellen als auch hochrangige Armeemitglieder im Kongo und in Burundi profitieren. Das Gold wird über den burundischen Goldsektor weiterverkauft und von dort aus nach Dubai exportiert. Weder lokale Käufer in der Region der Großen Seen noch internationale Händler kontrollieren die Herkunft des Goldes, um sicherzustellen, dass damit keine Konflikte oder Menschenrechtsverstöße damit finanziert werden“. Auf diese Weise gelangen auch große Mengen an Zinn, Tantal und Wolfram auf die internationalen Märkte, die illegal im Osten der Demokratischen Republik Kongo abgebaut werden.Mit Blick auf eine Beendigung dieser Geschäfte, die den kongolesischen Konflikt finanzieren, erinnert „Global Witness“ an das Beispiel der Vereinigten Staaten und die Einführung des „Dodd Frank“-Gesetzes, das Unternehmen bestraft, die „Kriegsmineralien“ kaufen. Auch die Europäische Union und die Internationale Konferenz der Region der Großen Seen ziehen solche Maßnahmen zur Regulierung der Mineralgeschäfte mit der Demokratischen Republik Kongo in Erwägung.
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Colombo – Os Bispos católicos do Sri Lanka pediram ao governo que não acabe com o sistema de descentralização administrativo que dá reconhecimento à minoria tâmil e de pensar no projeto de uma nova Carta Constitucional. Num comunicado da Conferência Episcopal do Sri Lanka, enviado à Agência Fides, se pede que não seja feita a modificação ou a ab-rogação da 13ª emenda constitucional. A emenda, aprovada em 1987, prevê a instituição dos Conselhos Provinciais e torna o “tâmil” língua oficial, com o inglês como “ponte” entre as suas comunidades cingalesa e tâmil. A proposta de abolir a emenda está no centro de um debate político e social vivaz, em que também a Igreja deu a sua contribuição. Segundo os Bispos, é positivo “discutir com todas as partes interessadas”, com base num projeto de revisão total da Carta Constitucional que seja respeitoso dos direitos e da justiça para todas as comunidades que compõem a sociedade cingalesa. O que está previsto na 13ª emenda, nota a Igreja, “é um sistema que permite uma maior participação das pessoas quanto à governança”, e é portanto um justo princípio para a vida democrática. Aboli-lo poderia levar a uma “maior centralização da autoridade” e atrair críticas da comunidade internacional, “num momento em que o Sri Lanka está se empenhando para tornar permanentes as difíceis conquistas obtidas com a paz”, depois de uma guerra civil que durou 30 anos e se concluiu somente em 2009.
Os Bispos convidam o governo a considerar “a questão do Norte” como “questão nacional” e buscar uma solução através do diálogo entre a liderança local e a nacional. Por isso, sugere-se a criação de um especial “Comitê parlamentar” que elabore um esboço para a nova Constituição, que garanta “justiça, paz e prosperidade para todos os cidadãos do país, independentemente de suas diferenças étnicas, religiosas ou sociais”. A proposta de abolir a 13a emenda, para tirar poderes das Províncias, foi lançada pelo partido nacionalista cingalês “Jathika Hela Urumaya” , parte da coalizão atualmente no governo. O partido muçulmano mais importante de Sri Lanka, “Sri Lanka Muslim Congress” , declarou a sua “total oposição”. Também a “Tamil National Alliance” insistiu na urgência da “plena devolução do poder às autonomias provinciais”.
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