|
|
Os organizadores do livro identificaram três tipos de profissionalização nas forças armadas da Europa pós comunista, dois dos quais abrangem os sete países convidados. O primeiro e maior grupo de países é o dos que pretendem o tipo ideal de Defesa Territorial. Este grupo inclui a Roménia e a Eslováquia, bem como os três países que aderiram à OTAN em 1999, a Croácia, a Rússia, a Sérvia e o Montenegro, e a Ucrânia. Tanto na Roménia como na Eslováquia, a herança militar do comunismo incluía forças armadas de grande dimensão, baseadas primariamente na conscrição, orçamentos de defesa elevados e uma história de estruturas de comando e controlo do estilo soviético. No período pós comunista, tanto a Roménia como a Eslováquia exprimiram as suas prioridades em matéria de segurança nacional em termos duma reforma da defesa nacional e duma integração mais profunda com o Ocidente, com a adesão à OTAN constituindo o objectivo final. E, nos dois casos, a ajuda externa e, em especial, as medidas exigidas pelo MAP mostraram-se cruciais para o processo de reforma. Contudo, a falta de recursos continua a dificultar os progressos.
|