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Em primeiro lugar, é obvio que os Aliados devem conduzir uma "guerra" contra o terrorismo de maneira a combater eficazmente as ameaças terroristas mas sem prejuízo das liberdades democráticas fundamentais ou do potencial da futura cooperação entre os membros da Aliança. Afinal, a Aliança perderia muito do seu significado se sacrificasse o seu empenhamento nos valores enunciados no Tratado de Washington. A natureza extremista dos ataques e a ameaça de mais horrores ajudaram até agora a superar a resistência interna às medidas contra o terrorismo. Contudo, cada país da OTAN tem a sua abordagem própria para proteger as liberdades individuais e, com o passar do tempo, uma maior intromissão dos serviços de informação e de segurança na vida quotidiana dos cidadãos dos países da OTAN poderá tornar-se uma fonte de atritos e controvérsias.
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