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, em que ambos os Comandos se concentraram nas questões estratégicas que ainda têm de ser resolvidas. Estamos a analisar a eficácia multinacional versus a eficácia militar: até que ponto é possível tornar a NRF multinacional, sem que se degrade a sua capacidade militar global. Estamos avaliar a forma como os processos actuais poderão contribuir para o progresso do planeamento antecipado, para assegurar o requisito de prontidão de 5 a 20 dias, que NRF deve cumprir. Estamos a estudar a logística integrada: como ultrapassar as antigas estruturas da OTAN em que as nações individuais eram responsáveis pelo seu próprio apoio logístico, de modo a integrar toda a logística e a fornecer à NRF um apoio mais simples e mais inteligente. Estamos ainda a estudar a partilha de informação e a gestão de conhecimentos, áreas difíceis em que precisamos de assegurar a maior transparência ao nível da Aliança, para lidar com eficácia com qualquer crise ou operação em que a NRF possa vir a estar envolvida. Para além disso, estamos também a analisar o elemento de comando e controlo, bem como a transferência da autoridade entre os países e a própria OTAN e, em particular, a forma de minimizar o impacto das oposições nacionais.
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