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Qui plus est, d’autres disciplines/activités — telles que les opérations de renseignement, la normalisation, la défense aérienne et la planification opérationnelle – soutiennent également la planification de la défense, ce qui complique encore le problème. Veiller à la cohérence et à l’harmonie des efforts combinés de tous ces acteurs représente un formidable défi, en particulier parce qu’il n’existe aucun instance de haut niveau régissant l’ensemble.
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Apesar de o seu objectivo ser claro, ao longo dos anos a implementação do planeamento da defesa tem demonstrado ser um empreendimento complexo, sendo realizado fundamentalmente através de sete disciplinas de planeamento “tradicionais”: armamento, emergência civil, comando e controlo, forças, logística, nuclear e planeamento dos recursos. Porém, até ao momento estas disciplinas têm sido geridas por diferentes comités ou órgãos da OTAN, orientadas por diferentes directivas, contribuído de forma diferenciada para o objectivo final e têm seguido procedimentos diferentes. Além disso, existem outras disciplinas/actividades, como a informação, a normalização, a defesa aérea e o planeamento operacional, que também apoiam o planeamento da defesa, o que complica a questão ainda mais. Assegurar que os esforços combinados de todos estes actores são coerentes e harmoniosos é um desafio considerável, em particular tendo em conta que não existe nenhum organismo superior responsável por todos eles. O Conselho do Atlântico Norte é responsável por muitos deles, mas o planeamento nuclear e das forças, bem como alguns aspectos da logística e do planeamento dos recursos são levados a cabo em nome do Comité de Planeamento da Defesa ou do Grupo de Planeamento Nuclear, que reúnem a 25 (todos os membros da OTAN excepto a França, que não faz parte da estrutura militar integrada).
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